Anexo Texto 1
Matéria publicada em 31/08/2008 às 10h35m - Globonline
Simone Mousse e Gustavo Leitão
Rio - As picardias eróticas que fizeram a alegria de multidões de espectadores dos anos 70 e 80 passaram um bom tempo como monumentos ao mau gosto nacional. Até voltarem à cena na faixa "Como era gostoso o nosso cinema", que exibe nas madrugadas títulos marcantes da pornochanchada, como "Oh! rebuceteio!", "Como consolar viúvas" e "Cada um dá o que tem". A programação virou um dos campeões de audiência do Canal Brasil.
Um dos grandes nomes do pornô-soft brasileiro, o produtor e ator Carlo Mossy, é prova desse renascimento. Depois que todas as suas 18 produções entraram na grade do canal, ele passou a receber convites para palestras, festivais universitários e acaba de relançar algumas de suas obras em DVD. Mossy acha que não há por que ter vergonha desse passado picante.
- Brasileiro não nasce com Bergman na cabeça. O grande lance do brasileiro é a sacanagem. Nessa época, nós tínhamos uma galinha dos ovos de ouro nas mãos - afirma o produtor, responsável por títulos como "Oh que delícia de patrão" e "As taradas atacam".
Mossy foi um dos nomes entrevistados pelo canal para a série "Foi bom pra você, benzinho?", em que o canal fazia um painel do sexo no cinema brasileiro da época. Além dele, a apresentadora Simone Zuccolotto falou com astros da pornochanchada como Matilde Mastrangi e David Cardoso.
- Uma das entrevistas foi marcada em São Paulo, num galpão sinistro, que no final das contas eu descobri que era um estúdio de filmes pornô último grau. Foi uma situação, eu ali num estúdio de filmes de sexo explícito com as pessoas passando em seus trajes de gravação e eu, toda pudica, tendo que manter a pose e fazer perguntas densas - lembra a apresentadora.
MOUSSE, Simone. LEITÃO, Gustavo. Referência em meios eletrônicos. Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/revistadatv/mat/2008/08/29/pornochanchadas_atraem_legiao_de_fas-548003260.asp
Matéria publicada em 31/08/2008 às 10h35m - Globonline
Simone Mousse e Gustavo Leitão
Rio - As picardias eróticas que fizeram a alegria de multidões de espectadores dos anos 70 e 80 passaram um bom tempo como monumentos ao mau gosto nacional. Até voltarem à cena na faixa "Como era gostoso o nosso cinema", que exibe nas madrugadas títulos marcantes da pornochanchada, como "Oh! rebuceteio!", "Como consolar viúvas" e "Cada um dá o que tem". A programação virou um dos campeões de audiência do Canal Brasil.
Um dos grandes nomes do pornô-soft brasileiro, o produtor e ator Carlo Mossy, é prova desse renascimento. Depois que todas as suas 18 produções entraram na grade do canal, ele passou a receber convites para palestras, festivais universitários e acaba de relançar algumas de suas obras em DVD. Mossy acha que não há por que ter vergonha desse passado picante.
- Brasileiro não nasce com Bergman na cabeça. O grande lance do brasileiro é a sacanagem. Nessa época, nós tínhamos uma galinha dos ovos de ouro nas mãos - afirma o produtor, responsável por títulos como "Oh que delícia de patrão" e "As taradas atacam".
Mossy foi um dos nomes entrevistados pelo canal para a série "Foi bom pra você, benzinho?", em que o canal fazia um painel do sexo no cinema brasileiro da época. Além dele, a apresentadora Simone Zuccolotto falou com astros da pornochanchada como Matilde Mastrangi e David Cardoso.
- Uma das entrevistas foi marcada em São Paulo, num galpão sinistro, que no final das contas eu descobri que era um estúdio de filmes pornô último grau. Foi uma situação, eu ali num estúdio de filmes de sexo explícito com as pessoas passando em seus trajes de gravação e eu, toda pudica, tendo que manter a pose e fazer perguntas densas - lembra a apresentadora.
MOUSSE, Simone. LEITÃO, Gustavo. Referência em meios eletrônicos. Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/revistadatv/mat/2008/08/29/pornochanchadas_atraem_legiao_de_fas-548003260.asp
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